Aglomerado puro expandido

Aglomerado puro expandido

O aglomerado puro expandido, vulgarmente conhecido por “aglomerado negro”, é fabricado através de um processo de aglutinação de granulados de cortiça virgem, maioritariamente falca (proveniente das operações de poda dos ramos do sobreiro), e que possui um teor de extrativos superior aos dos restantes tipos de cortiça, que funcionam como ligantes naturais. É conseguido com um processo industrial sem utilização de aditivos e é 100% natural.

Granulação: A cortiça passa por um processo de trituração semelhante ao dos aglomerados compostos. A granulometria final obtida está dependente do uso a dar aos granulados, 3 a 10 mm para aglomerado acústico e 5 a 22 mm para aglomerado térmico.

Limpeza: De seguida, é necessário eliminar as impurezas, nomeadamente o lenho e entrecasco, com o auxílio de separadores densimétricos e, eventualmente, separadores pneumáticos ou mantas rotativas. O granulado é armazenado e seco até que se alcance o teor de humidade ideal.

Aglomeração: Os grânulos são colocados em autoclaves e, por ação de vapor de água sobreaquecidos a uma temperatura entre 300-370ºC, sofrem uma expansão e exsudam a sua própria resina (suberina), permitindo a aglomeração sem qualquer tipo de aditivos estranhos. O tempo da cozedura é entre 17 a 30 minutos, dependendo do teor de humidade inicial.

Acabamentos: Assim obtêm-se os blocos de cortiça expandida que, depois de estabilizados, são retificados e cortados em placas de diferentes espessuras, normalmente com serras de fita, a que se segue o acerto de dimensões e esquadria, com uma serra de disco. Os blocos são embalados e armazenados.

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