Consumidores preferem a cortiça

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Os consumidores de vinho continuam a evidenciar uma clara preferência pelas rolhas de cortiça, como demonstram vários estudos desenvolvidos em mercados como os EUA, Itália e França. A saber:

  • 61 por cento dos americanos;
  • 85 por cento dos italianos;
  • 83 por cento dos franceses.

A Tragon Corporation, uma das mais prestigiadas empresas de estudos de mercado para a área vinícola, refere que a cortiça é o vedante preferido por 61 por cento dos americanos, comparado com três por cento para as cápsulas de alumínio. Comparando o primeiro estudo realizado em 2004 com o actual, a empresa revela que a preferência manteve-se estável, sendo que a cortiça é a escolha para todas as ocasiões, com particular destaque para um jantar especial num restaurante e para dar como oferta, com valores a rondar os 100 por cento de preferência. A cápsula de alumínio surge referida quando a opção é para um vinho de consumo regular.

Quando questionados sobre aquilo que um vedante pode aportar ao vinho, 93 por cento dos americanos refere que a cortiça representa “alta qualidade” enquanto que 50 por cento diz que as cápsulas de alumínio estão associadas a vinho de “baixa qualidade”.

Nos EUA, o preço surge como o factor mais importante na escolha de um vinho, com 46 por cento, seguido pelo vedante com 30 por cento.

Em Itália, segundo um estudo realizado pela AstraRicerche (empresa de estudos de mercado), 85 por cento dos italianos considera a rolha de cortiça como o melhor vedante para assegurar a qualidade do vinho. Este valor aumenta para os 91 por cento, quando considerados apenas os inquiridos com idades entre os 45 e 54 anos. Os consumidores questionados consideram, ainda, que a cortiça confere mais valor ao vinho do que os outros vedantes, com 80 por cento das respostas (sendo que o valor sobe para 91 por cento se se considerar apenas os inquiridos entre 45 e 54 anos). No que toca ao ritual de abertura, 88 por cento considera que ao faze-lo com uma rolha de cortiça é possivel aumentar o prazer do consumo do vinho.

A rolha de cortiça transmite, ainda, valores associados à tradição (75 por cento); a uma imagem de qualidade (68 por cento); elegância (59 por cento); e com uma excelente capacidade para proteger o conteúdo e as suas propriedades (58 por cento). Uma percentagem menor, apenas 33 por cento, associa a cortiça à protecção do ambiente e 24 por cento refere como sendo o vedante mais caro.

O estudo foi realizado a uma amostra de 503 consumidores de vinho, com idade entre 18 e 65 anos.

Em França, 83 por cento dos consumidores de vinho prefere a cortiça, contra sete por cento para os vedantes de plástico e três por cento para as cápsulas de alumínio. O estudo desenvolvido pela OpinionWay refere, ainda, que 88 por cento dos inquiridos diz que a cortiça é o vedante que melhor se adapta a um “grand cru”, que prefere oferecer uma garrada com cortiça (85%) e que a cortiça é sinónimo de qualidade (84%). Para os inquiridos, a cortiça contribui positivamente para a maturação do vinho (81%) e é o vedante que mais respeita o ambiente (73%). A cortiça surge, ainda, como o vedante que preserva melhor o aroma do vinho (73%) e que permite a conservação do mesmo durante mais tempo (71%). O inquérito foi levado a cabo a 1010 indivíduos com mais de 18 anos e com representatividade a nível do sexo, região e categoria sócio-profissional.

Notas ao editor

Associação Portuguesa da Cortiça (Apcor)

É a única associação nacional que representa a indústria de transformação da cortiça. Nasceu em 1956, em Santa Maria de Lamas, concelho de Santa Maria da Feira, no coração da indústria da cortiça.

Possui mais de 270 associados, que representam 80 por cento da produção nacional e 85 por cento das exportações de cortiça e que cobrem todos os sub-sectores da indústria – preparação, transformação e comercialização.

Promover e valorizar a cortiça e os seus produtos, assim como representar e apoiar as empresas do sector nos mais variados domínios são os objectivos da Apcor. Principais áreas de intervenção: Internacionalização; Inovação e Desenvolvimento; Informação; Serviços de Apoio; Qualidade; Contratação Colectiva; e Cooperação Institucional.

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Tel. 22 747 40 40
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