Metamorphosis

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Cortiça expande fronteiras

Metamorphosis” abriu horizontes, estimulou  e inspirou a comunidade criativa a explorar um material secular, amigo do ambiente e inteiramente sustentável. A exposição “Metamorphosis” foi desenvolvida pela ExperimentaDesign, em parceria com a Corticeira Amorim, e esteve patente no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa. Talentos singulares tiveram total liberdade criativa para apresentarem peças de cortiça. Siza Vieira, arquiteto português, vencedor do Prémio Pritzker em 1992, desenhou dois bancos de dimensões diferentes que se encastram e mostram o conforto e capacidade de amortecimento da cortiça. Souto Moura, arquiteto português, vencedor do Pritzker em 2011, apresentou um conjunto de puxadores para portas e um corrimão, valorizando as caraterísticas sensoriais do material. Amanda Levete, arquiteta de origem britânica, idealizou Cork Kit, ou seja, dois objetos modulares que conjugados assumem várias funções. O ateliê de arquitetura suíço de Jacques Herzog e Pierre de Meuron, dupla distinguida com o Pritzker em 2001, apresentou uma maquete do auditório da Filarmónica de Hamburgo em que sobressaem as caraterísticas visuais, sonoras, táteis e olfativas da cortiça.

Jasper Morrison, designer de produto britânico, apresentou dois projetos. Cork Tiles, ou seja, pequenos módulos de cortiça que podem criar padrões quando aplicados em revestimento de paredes ou chão. E Cork Shoe, um par de sapatos em cortiça onde o conforto e a estética natural do material respondem às exigências contemporâneas. O arquiteto chileno Alejandro Aravena, o designer de produto de origem britânica James Irvine, o arquiteto português João Luís Carrilho da Graça, o arquiteto português Manuel Aires Mateus, o designer de produto japonês Naoto Fukasawa também participaram em “Metamorphosis”.

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