Pavilhão de Portugal na Expo 2010

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Pavilhão de Portugal na Expo 2010 em Xangai, China

Todas as fachadas do edifício foram revestidas a aglomerado puro expandido. A cortiça foi apresentada como a melhor solução e por se tratar de um produto português, um material nacional, reciclável e ecológico. A estrutura tornou-se a montra de Portugal enquanto praça comercial e cultural para o mundo, refletindo o conceito de sustentabilidade dos edifícios das cidades contemporâneas. “Trata-se de um exemplo de inovação e de boas práticas ambientais que potenciam a imagem de Portugal na maior exposição universal alguma vez realizada”, lia-se no comunicado de imprensa de apresentação do pavilhão. Carlos Couto, arquiteto português a viver em Macau, assinou a obra.

O Pavilhão de Portugal em Xangai era um paralelepípedo arestado e pontiagudo e estava dividido em três zonas: sala protocolar, centro de negócios e área técnica. “Portugal, uma Praça para o Mundo, Portugal, Energias para o Mundo” foi o tema escolhido. O edifício mostrou então ao mundo as relações históricas entre Portugal e a China e destacou os avanços nacionais no domínio das energias renováveis e da criação de produtos inovadores em termos ambientais e energéticos.

O material causou sensação e espanto em muitos visitantes que chegaram a retirar pedaços surpreendidos com a textura e o aroma da cortiça expandida a altas temperaturas, situação que obrigou a repor dezenas de painéis. O Pavilhão de Portugal foi um dos mais visitados da Expo 2010.

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