RCP International, S.A

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RCP International, S.A nasceu de uma paixão pela cortiça – Jorge Camarinha, gerente

A RCP International, S.A. é uma empresa com sede e know-how português, mas constituída por capital 100% estrangeiro, de uma holding familiar belga. “Os fundadores da empresa visitaram Portugal numa situação quotidiana e tiveram contacto com a cortiça. Sentiram-se apaixonados ao apreciar o produto e resolveram investir no negócio”, explica o gerente, Jorge Camarinha. No entanto, “a estratégia do negócio é sempre definida por Portugal, uma vez que os fundadores consideraram que nós é que temos a experiência para saber-estar no sector”, afirma.

Actualmente conta com 20 funcionários e aposta em dois segmentos de rolhas: as naturais e as capsuladas. “Compramos o produto semi-acabado e fazemos a finalização deste tipo de rolha, numa divisão que ronda cerca de 50 por cento para cada uma” refere Jorge Camarinha. Com uma comercialização de cerca de 40 milhões de rolhas/ano, a RCP International, S.A. tem como mercado-alvo a Europa. Exportando para um total de 19 países, a empresa tem na Europa Central e do Norte, cerca de 70 por cento do seu negócio, seguindo-se a Europa de Leste com alguma expressão e o mercado interno. “Temos apostado fortemente numa venda directa ao cliente final, porque acreditamos que quem produz e tem conhecimento do produto consegue atingir melhor os objectivos de venda”, diz o gerente.

Aliada à estratégia de venda, a RCP International, S.A tem como bandeira assegurar a qualidade e a fiabilidade do produto em todo o processo. Deste modo, para além da certificação Systecode – sistema em conformidade com o Código Internacional das Práticas Rolheiras –, da ISO 9001 (Qualidade) e do HACCP, a empresa tem um alto controlo de qualidade desde a entrada da matéria-prima até ao produto final. “Quando recebemos rolhas fazemos um controlo no nosso laboratório, mas também num laboratório externo. Cruzamos os dados e se estes não forem coincidentes o produto é rejeitado”, explica Jorge Camarinha. “A fiabilidade do produto é para nós uma meta-chave, por isso acreditamos que o auto-controlo é fundamental”, refere. Imprescindível é, também, a Investigação e Desenvolvimento. “Ao nível da lavação e do tratamento final do produto oferecemos um serviço que se adequa ao tipo de bebida que a rolha irá engarrafar”, explica o gerente. Numa lógica de I&D e também de marketing, a empresa responde, todos os anos, a dois ou três desafios que os seus clientes ou potenciais clientes lançam. “ Isto é, desenvolvemos rolhas específicas para determinadas situações – aniversários ou datas importantes – que embora em pequenas quantidades nos levam a ter orgulho na oferta final e nos trazem benefícios futuros.”

Enquanto associado da APCOR, “reconheço que a informação disponibilizada a vários níveis, mais técnico ou mais informativo, é uma mais-valia para a empresa” e “considero que a associação teve um papel fundamental na evolução do sector”, regista Jorge Camarinha. “As empresas evoluíram positivamente de há 20 anos a esta parte, os empresários cuidam melhor do seu produto, conseguimos travar a concorrência dos outros vedantes e, por tudo isto, considero que se o mercado internacional estabilizar, o futuro do sector está assegurado”, conclui.

In, Notícias APCOR Outubro Novembro Dezembro 2014

Associado nr. 158

Contacto: RCP International, S.A.

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