Cortiça: 2013 em revista

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Diario Económico

O trabalho desenvolvido pela Associação Portuguesa da Cortiça (Apcor), no ano que agora findou, ficou marcado por uma maior aproximação da associação aos seus associados. Desde logo, pelo jantar que se realizou, em Évora, no início do ano e que pretendeu juntar as empresas que operam mais a sul de Portugal. Do mesmo modo, a Apcor encetou um conjunto de visitas semanais a empresas associadas e não associadas, para dar a conhecer os seus serviços e incentivar as empresas a uma maior participação na vida associativa. Dentro do plano de actividade da Apcor destaca-se, ainda, o desenvolvimento de projectos como: a Campanha de Promoção Internacional da Cortiça (Intercork II), a dinamização e reforço do associativismo – Cork 2013/2014, o Formação PME (programa para as pequenas e médias empresas), o CorchAcção – em desenvolvimento com a congénere espanhola Agrupación Sanvicenteña de Empresarios del Corcho (Asecor) – e o Gabinete Inserção Profissional (GIP).

Ainda, a nível dos projectos destaca-se o encerramento do projecto Cork, que decorreu em Espanha, e que visou a promoção da rolha de cortiça naquele mercado. Este foi um projecto que a Apcor incentivou e colaborou financeiramente e que foi desenvolvido pela sua congénere catalã – Asociación de Empresarios Corcheros de Cataluña (Aecork) – Associação de Empresários da Cortiça da Catalunha.

No sentido de criar um convívio mais profícuo com os associados, com outras entidades e com a comunidade local destaca-se a realização da 4ª Gala Anual da Cortiça, que homenageou um conjunto de personalidades e entidades que desenvolveram trabalhos em prol do sector e, ainda, o primeiro Sarau Cultural, que decorreu no auditório da Apcor, e que permitiu a inauguração de uma exposição de quadros em cortiça e o lançamento de um livro sobre o sector, em simultâneo com a visita do bispo auxiliar do Porto, D. João Lavrador.

A Apcor tem, ainda, promovido uma maior aproximação entre a indústria e as universidades demonstrada pela forte intensificação de projectos conjuntos de Investigação & Desenvolvimento (I&D) – como é o caso do Genosuber: que visa a identificação do ADN do sobreiro – e do desenvolvimento e procura de novas aplicações de cortiça.

O ano de 2013 foi, ainda, marcado pela aproximação da cortiça à arte urbana pelas mãos do artista plástico Alexandre Farto – conhecido por Vhils – e que desenvolveu duas peças onde esta matéria-prima assumiu o papel principal. Foi, ainda, o ano em que a ExperimentaDesign lançou a exposição “Metamorphosis”, onde estiveram reunidas peças em cortiça de Siza Vieira, Souto de Moura, João Luís Carrilho da Graça, Herzog & de Meuron, Alejandro Aravena, Amanda Levete, Manuel Aires Mateus, James Irvine, Jasper Morrison e Naoto Fukasawa.

No que toca ao montado e ao sobreiro, registe-se a celebração do 2º aniversário da elevação da espécie a símbolo nacional, a realização do primeiro fórum ibérico Forest Stewardship Council (FSC) onde a cortiça assumiu um papel de relevo ao nível da certificação florestal e da cadeia de custódia e, ainda, o lançamento da Etiqueta Escala de Carbono – apresentada pela Associação para a Competitividade da Indústria da Fileira Florestal (Aiff) – e que tem por objectivo dar visibilidade à capacidade dos produtos de origem florestal de capturar carbono e demonstrar as respectivas mais-valias ambientais.

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