Cortiça no maior Museu do Vinho na China

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Diario Económico

O maior museu na China dedicado ao vinho, o Qingdao Wine Museum, na cidade de Qingdao, conta agora com um espaço sobre a cortiça. Esta iniciativa, da responsabilidade da Associação Portuguesa da Cortiça (Apcor), tem como objectivo dar continuidade ao trabalho de informação e educação do consumidor chinês sobre os benefícios e potencialidades da cortiça e do seu produto nobre, a rolha de cortiça.

Este espaço situa-se no pavilhão dedicado à mostra das indústrias transformadoras e pretende dar aos visitantes uma panorâmica sobre a relação estabelecida entre a rolha de cortiça e o vinho. Para tal, foi criado um mostruário enviado de Portugal, composto por rolhas de cortiça, pranchas e traços, bem como disponibilizado um conjunto de material multimédia, com vídeos e fotografias, que explicam o processo de produção de uma rolha, desde a matéria-prima até ao produto final.

Para o director do Qingdao Wine Museum, LI Jinguo, “este espaço museológico assume o compromisso de mostrar aos visitantes uma visão completa da cultura do vinho da qual a rolha de cortiça também faz parte. Gostaríamos de agradecer à Associação Portuguesa da Cortiça o seu apoio ao nosso esforço de educar os consumidores chineses sobre o vinho.”

O Qingdao Wine Museum está situado em Shibei, distrito de Qingdao, e foi construído num antigo edifício da defesa aérea, com cerca de 10 mil metros quadrados. O museu apresenta o processo de plantação das uvas, a história da produção do vinho e as mais famosas caves do mundo. O museu está aberto o ano todo e pode-se encontrar mais informações no seguinte endereço http://www.wine-museum.cc/.

Registe-se que a China foi um dos mercados onde a Apcor desenvolveu o InterCork – Promoção Internacional da Cortiça – durante o último ano e meio. Foram várias as iniciativas desenvolvidas e que demostraram a apetência que os consumidores têm para a cortiça. As acções desenvolvidas neste mercado tiveram como foco o consumidor, mas também não descuraram o trade e o produtor. Sempre centradas em iniciativas de educação e formação, a campanha levou as mensagens da cortiça a universidades, escolas, museus, eventos de prova de vinho, supermercados, feiras, entre muitos outros. As redes sociais foram outra das grandes apostas neste mercado, por ser um excelente meio para chegar a um maior número de pessoas, contabilizando já mais de 18 mil seguidores na Sina Weibo e cerca de três mil seguidores no WeChat – redes sociais chinesas similares às conhecidas Twitter e Facebook.

Registe-se, ainda, que, num recente estudo, 85 por cento dos chineses considera que a rolha de cortiça está associada a vinho de qualidade; 84 por cento dos entrevistados diz que prefere vinhos vedados com cortiça no momento da compra; e que 89 por cento dos inquiridos refere que a rolha de cortiça é o vedante mais reconhecido.

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