Gala da cortiça atribui sete prémios

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Diario Económico

O sector da cortiça vai estar em comemoração no próximo dia 30 de Setembro. Para além de organizar a 2ª edição do Congresso Mundial do Sobreiro e da Cortiça, um evento que protagoniza a mais ampla discussão da Fileira da Cortiça a nível nacional e internacional – na Fundação Champalimaud, em Lisboa – vai celebrar a 2ª edição da Gala Anual da Cortiça, a ter lugar no Convento do Beato, em Lisboa.

Este último evento é uma iniciativa da exclusiva responsabilidade da Associação Portuguesa da Cortiça (Apcor) e que se realiza pelo segundo ano consecutivo. A Gala Anual pretende valorizar a Fileira da Cortiça, reconhecendo a excelência de personalidades e/ou entidades que, de algum modo, tiveram uma relação com o sector da cortiça e que se destacaram nos últimos anos.

À semelhança do ano transacto, a Apcor elegeu sete categorias de Prémios que pretendem distinguir diferentes áreas do saber, sendo: Prémio Inovação (visa reconhecer a inovação do processo de fabrico ou apresentação de um novo produto); Prémio Floresta (visa reconhecer novos investimentos e introdução de novas metodologias de gestão no montado); Prémio Conhecimento (pretende reconhecer a investigação e procura de conhecimento sobre a fileira da cortiça); Prémio Informação (visa reconhecer informação de carácter jornalístico ou equivalente relevante sobre a cortiça); Prémio Revelação (visa reconhecer qualquer tipo de iniciativa inédita que utilize a cortiça); Prémio Mérito (pretende reconhecer o trabalho desenvolvido dentro de uma área de saber e com o recurso à cortiça); Prémio Rolha de Cortiça (visa reconhecer o esforço de promoção da rolha de cortiça).

Os homenageados serão anunciados no dia do evento, mas a Apcor adianta que serão presenteadas entidades de renome internacional e, também, nacional que têm contribuído para o desenvolvimento do sector de forma assinalável.

A selecção dos homenageados foi uma tarefa difícil e que coube a três personalidades intimamente ligadas com a cortiça. O júri é constituído pelo presidente da Apcor, António Rios de Amorim, por Helena Pereira, Reitora Interina da Universidade Técnica de Lisboa, investigadora na área florestal e defensora acérrima da cortiça e Armando Sevinate Pinto, actual assessor do Presidente da República, ex-ministro da agricultura, impulsionador da Filcork – Associação Interprofissional da Fileira da Cortiça – e assumido defensor desta matéria-prima.

A Apcor considera que “com estes dois eventos está a contribuir para uma análise e discussão profunda das questões centrais da indústria da cortiça, bem como a ilustrar a actual dinâmica do sector, relançando a cortiça como uma fileira decisiva no reforço das exportações portuguesas, e consagrando, paralelamente, a importância da inovação de uma área ímpar no panorama florestal europeu.” “Encontrar caminhos e soluções para manter a fileira e a indústria da cortiça na rota do progresso e do incremento da sua relevância social, económica e ambiental” é o objectivo que move a associação sectorial.

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