Posição da APCOR sobre a situação do COVID-19

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• Coletivamente, estamos confrontados com um desafio sem paralelo e estamos a viver algo para o qual a sociedade como um todo necessita de adaptação. Com a consciência da gravidade da situação e da responsabilidade que o momento obriga, estamos, porém, confiantes, quer no bom senso das medidas que se tomem e aplicação rigorosa dos planos de contingência quer ainda na capacidade da ciência dar as respostas e as soluções que todos ansiamos obter;

• No global, a atividade produtiva dos associados mantem-se, mas é expectável que o decréscimo em setores importantes como o turismo e a restauração venha a ter impacto, mas ninguém tem, neste momento, métricas fiáveis de avaliação. A nossa prioridade é proteger todos os nossos stakeholders, a começar pelos nossos colaboradores, que têm tido um sentido de responsabilidade determinante, e pelos nossos clientes;

• Para isso – e além da constante monitorização da situação e da rápida implementação das medidas que foram e ainda venham a ser preconizadas pelas autoridades, as quais as transmitimos repetidamente -, o setor tem implementadas uma série de iniciativas importantes, em alguns casos desde há várias semanas. São medidas importantes que até foram além do recomendado pelas autoridades, como foi o caso de “quarentenas voluntárias” para os colaboradores que, há semanas, regressavam do estrangeiro, assim como a suspensão, também desde várias semanas, de viagens para fora de Portugal;

• Outras, são medidas mais recentes mas também claramente importantes para alcançar o essencial abrandamento da curva de contaminação, como sejam o desfasamento de horários que evitam aglomerações de pessoas, restrições ou até a proibição de visitas externas às unidades de produção, o reforço da desinfeção de pontos chave das instalações das empresas, a comunicação continuada com os colaboradores ou a implementação de planos de contingência;

• Sendo líderes mundiais, as empresas portuguesas do setor da cortiça têm uma enorme responsabilidade em manter a integridade das cadeias de fornecimento das quais os nossos clientes dependem. A indústria de cortiça exporta produtos e aplicações para um enorme número de setores de atividade em todas as geografias e, se em alguns setores a desaceleração já existe, há outros onde os clientes nos pedem que asseguremos a continuidade das operações de produção;

• Acreditamos que as medidas anunciadas pelo governo e que estamos a analisar com todo o detalhe, serão um instrumento fundamental no apoio ao período que se avizinha. Só com esse apoio público será possível a um conjunto alargado de empresas fazer face às suas responsabilidades, manter o emprego e o seu funcionamento mais próximo do pleno possível para que no futuro se possa retomar a atividade económica internacional. Algumas, estamos convictos que terão de ser melhor detalhadas, quer na forma, quer na sua aplicação, e serão, certamente, como o momento obriga, de ser reavaliadas e ajustadas nos próximos tempos;

• A APCOR colocará todos os recursos possíveis para dialogar com o governo em particular, mas com todas as autoridades nacionais e regionais para, em cada momento, conciliar a melhor solução para o presente e para o futuro da vida das empresas e, por maioria de razão, dos seus trabalhadores. Combateremos sem tréguas a pandemia que enfrentamos e, também, com o dever de proteger o futuro das empresas e dos trabalhadores.

Notas ao Editor
Associação Portuguesa da Cortiça (Apcor)
É a única associação nacional que representa a indústria de transformação da cortiça. Nasceu em 1956, em Santa Maria de Lamas, concelho de Santa Maria da Feira, no coração da indústria da cortiça.
Possui cerca de 280 associados, que representam 80 por cento da produção nacional e 85 por cento das exportações de cortiça e que cobrem todos os sub-setores da indústria – preparação, transformação e comercialização.
Promover e valorizar a cortiça e os seus produtos, assim como representar e apoiar as empresas do setor nos mais variados domínios são os objectivos da Apcor. Principais áreas de intervenção: Internacionalização; Inovação e Desenvolvimento; Informação; Serviços de Apoio; Qualidade; Contratação Colectiva; e Cooperação Institucional.
Para mais informações, contacte, por favor:
Joaquim Lima
Tel. 22 747 40 40
E-mail: realcork@apcor.pt
www.apcor.pt

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